Lições de Economia Política

A Economia Política é a disciplina social que estuda a economia em sentido positivo, tal como ela é, descrevendo a maneira de agir dos sujeitos económicos segundo os seus interesses.

TURMA A

Lição primeira

Prof. – Vocês andam a trabalhar para meia dúzia de famílias ricas.

Aluno 1 – Eu não trabalho para ninguém, trabalho para mim.

Prof. – Isso é o que tu pensas. Estás a pagar o apartamento a quem?, estás a pagar o carro a quem?, a quem pagas os juros do cartão de crédito?, a quem pagas os seguros do carro e da casa?, para quem são os lucros das agências de viagens?, de quem são as empresas de transportes?, de quem são os hipermercados onde fazes as compras?, afinal para quem trabalhas?

Aluno 2 – Isso é política.

Prof. – Não, isto é o sistema económico!

Lição segunda

Prof. – Os que nos governam há séculos roubam-nos tudo, até a nossa dignidade.

Aluno 3 – Os governantes não têm séculos de vida.

Prof. – Pior, governam-nos como se tivessem essa idade.

Aluno 4 – O ministro A, B ou C não são ladrões.

Prof. – Pois não, mas são aqueles que os puseram lá.

Aluno 5 – Mas quem os pôs lá foram as pessoas que votaram neles.

Prof. – Não, esses são as marionetas que metem os papelinhos nas urnas.

Lição terceira

Prof. – Vocês são uns simples escravos.

Aluno 6 – Eu não sou escravo de ninguém, sou livre e faço o que quero.

Prof. – A Liberdade é um conceito relativo no tempo e no espaço. Será que és livre quando tens que trabalhar toda a vida para parares a casa?, és livre de não poderes comprar tudo aquilo que precisas, és livre de não poderes comprar aquilo que os teus filhos precisam, és livre de não perceberes o mundo que te rodeia e absorve, és livre de morreres à fome se não trabalhares para os outros.

Aluno 7 – Mas eu sou livre de pensar o que que quiser.

Prof. – Finalmente! Apesar do pensamento ser condicionado pela cultura, tens razão. Podes pensar em reclamar os teus direitos, podes pensar criticamente os livros, os professores, o sistema de ensino, os teus vizinhos, o teu patrão, o presidente da Junta, o presidente da Câmara, os partidos políticos, o sistema produtivo e as relações de produção e distribuição da riqueza.

Lição quarta

Prof. – Por mais que vocês queiram jamais haverá igualdade entre os cidadãos deste país se não se imposerem.

Aluno 8 – A Constituição da República garante que somos todos iguais.

Prof. – A Constituição só se cumpre na medida dos interesses da classe dirigente. És igual a todos quando estás doente?, és igual quando vás para a prisão?, és igual quando recebes o ordenado?, és igual quando comes?, és igual quando vens para a escola?, serás igual quando fores para a reforma?

Aluno 9 – Alguma vez seremos todos iguais.

Prof. – Sim, antes de sermos concebidos e depois de morrermos.

 

Lição quinta

Prof. – Neste país falta solidariedade para que todos nós sejamos mais iguais.

Aluno 10 – Nós vemos solidariedade todos os dias na televisão. As pessoas correspondem com ajuda às pessoas necessitadas.

Prof. – Tu só vês solidariedade entre os pobres. A solidariedade entre os ricos não a vês e a solidariedade entre pobres e ricos tem só um sentido, são os pobres que ajudam os ricos.

Aluno 11 – Professor, você tem raiva aos ricos.

Prof. – Não, eu só tenho uma sala com alunos que devem aprender um pouco daquilo que eu sei.

 

Lição sexta

Aluno 12 – Professor, o que é a inflação?

Prof. – A inflação é o mecanismo que transfere o teu esforço para a conta bancária de alguém.

Aluno 13 – Mas desde quando existe a inflação?

Prof. – A inflação existe desde que existe alguém a viver melhor à custa dos outros.

Aluno 14 – Quais são as causas da inflação?

Prof. – A especulação, a procura excessiva ou aparentemente excessiva, a publicidade e todos os instrumentos do capitalismo enquanto tal.

 

Lição sétima

 

Aluno 15 – O que é a moeda?

Prof. – A moeda, com a inflação que lhe é intrinseca, é aquilo que tira o que tens e te dá uma parte do que precisas.

Aluni 16 – Professor, eu não percebi.

Prof. – Sim, eu explico. A moeda é aquilo que recebes quando dás a tua força de trabalho físico e intelectual e que te devolve, através do que compras, uma parte do que produzes, e cuja diferença é transferida para o capitalista na forma de lucro.

 

Lição oitava

 

Aluno 17 – Senhor professor, não sei se poderei comprar o livro que nos indicou porque o meu pai está desempregado.

Prof. – Ainda bem que falas no desemprego porque chegou o momento de percebermos a sua função no modo de produção capitalista. De facto, o desemprego é uma reserva de mão de obra à disposição dos empregadores e que lhes permite não subir os salários, aumentando dessa forma a competetividade sem terem de adoptar constantemente novas tecnologias. O mercado de trabalho, com uma baixa taxa de desemprego friccional, permite a readequação permanente das empresas às mudanças económicas e tecológicas, o que não faz sentido numa economia é haver uma alta taxa de desemprego.

Aluno 18 – Mas os desempregados recebem susídio de desemprego e isso é mau para o Estado porque tem que os pagar.

Prof. – Não própriamente porque o Estado recebe de volta cerca de metade dos subsídios pagos através dos impostos ligados aos bens que os desempregados consomem e que de outra forma não consumiriam, para além de permitirem manter as empresas a produzirem ao mesmo nível. É este o objectivo do subsídio de desemprego e não a ajuda das pessoas.

 

Lição nona

Prof. – Vou falar-vos hoje do mercado.

Aluno 19 – Sim, vai ser inaugurado amanhã.

Prof. – Bem, não é própriamentew desse mercado em concreto. O Mercado é o encontro de vendedores e compradores de um certo bem, fingindo que não precisam uns dos outros.

Aluno 20 – Porque é que eles fingem?

Prof. – Uns para tentarem comprar barato e os outros para tentarem vender caro. Mas não é só para isso que serve o Mercado, mas também para servir de desculpa ao (des)governo quando pretende impor certas medidas impopulares.

Aluno 21 – Então o mercado é útil e necessário ao sistema capitalista.

Prof. – Sim, especialmente àqueles que dominam sectores de actividade económica completos ou os circuitos de distribuição, sem que o governo, que eles controlam, os incomode.

 

Lição décima

 

Aluno 22 – Professor, o que é o limiar da pobreza?

Prof. – É o rendimento que aqueles que têm a barriga cheia pensam e querem fazer crer que é suficiente para os famintos sobreviverem.

Aluno 23 – Mas isso depende da região do mundo que se considere.

Prof. – Não te esqueças que a Fome é igual em todo o lado.

Aluno 24 – Mas em Portugal não há fome como na Tanzânea.

Prof. – Isso é o que o Governo diz porque não a quer mostrar.

 

Lição décima primeira

 

Aluno 25 – Qual é a utilidade de se conhecer o PIB per capita?

Prof. – Serve, essencialmente, para encher a barriga a quem tem fome.

Aluno 26 – Como?

Prof. – Imagina que vás com um ministro a um restaurante. O ministro come um frango e tu não comes nada, em média saíram os dois com a barriga cheia. Como o PIB per capita é uma média, serve para esconder as desigualdades sociais em todos os países.

Aluno 27 – Então não podemos confiar nos indicadores económicos.

Prof. – Podemos confiar, temos é que saber interpretá-los!

 

Lição décima segunda

 

Aluno 28 – Senhor Professor, como é que se calcula o juro?

Prof. – O importante não é saber como se calcula mas saber porque existe.

Aluno 29 – Então gostava de saber porque existe.

Prof. – Nos primórdios da Igreja o juro era imoral e por isso era pecado. Deixou de ser pecado quando a Igreja passou a ter dinheiro para emprestar ao Rei. Hoje é uma fonte de rendimento do capital por isso justifica todo o tipo de patifarias do capitalismo.

 

Lição décima terceira

 

Aluno 30 – Senhor Professor porque é que esta turma tem tantos alunos?

Prof. – É para o Estado gastar menos dinheiro e para o povo não aprender muito, desta forma o partido que estiver no Poder pode reinar à vontade. Quanto mais ignorante for o Povo “melhor” se governa.

 

 

TURMA B

 

Lição primeira

 

Prof. – Vocês sabem o que é uma forca?

Aluno 1 – Sim, mas o que é que isso tem a ver com a economia?

Prof. – Bom, ponham a vossa excepcional capacidade imaginativa a funcionar e suponham que um dia ocuparão o cargo de Primeiro-Ministro e que vão fazer um acordo de ajuda com o Fundo Monetário Internacional …

Aluno 2 – O que é isso de Fundo Monetário Internacional?

Prof. – É uma organização quase particular dos Estados Unidos, onde quase todos os países do mundo têm quota e (NÃO) têm voto e os países pobres em dificuldades vão entregar os seus poucos haveres e renderem-se à sobre exploração dos países dominadores do sistema capitalista mundial.

 

Lição segunda

 

Aluno 3 – Senhor Professor, quando vinha para a escola ouvi uma definição de Estado diferente daquela que está no manual.

Prof. – Então conta o que ouviste.

Aluno 3 – Ouvi que nos países nórdicos “o Estado é a organização superior de todos os cidadãos, que a todos provê com os meios financeiros que vai buscar aos mais ricos.”

Prof. – Ouviste bem mas não podes pensar que cá é igual.

Aluno 4 – Porquê?

Prof. – Porque cá, o Estado é a superior organização dos partidos políticos que provê as necessidades daqueles que pagam as campanhas eleitorais.

 

Lição terceira

 

Aluno 5 – Senhor Professor, para que servem os impostos que nós pagamos?

Prof. – Os impostos servem para pagar uma administração pública burocrática, servem para pagar bem obras públicas mal feitas pelas empresas onde estavam a trabalhar os governantes antes de irem para o Governo, servem para …

Aluno 6 – Não servem só para isso!

Prof. – Pois não. Servem também para aumentar os ordenados daqueles que fazem as leis para aumentar os impostos.

Aluno 7 – Com tanta coisa que o professor diz que está mal devíamos era fazer uma revolta.

Prof. – Sim, mas cuidado porque porque os impostos também servem para pagar os ordenados daqueles que têm as armas compradas pelo Estado.

 

Lição quarta

Aluno 8 – O senhor da mercearia estava a dizer que ia aumentar o investimento pública, é verdade?

Prof. – Se houver amigos ricos necessitados de dinheiro, talvez.

Aluno 9 – O que é isso de investimento público?

Prof. – É uma parte das despesas do Estado que por vezes servem para fazer algumas coisas com interesse para a população e outras vezes servem para arranjar maneira de proporcionar grandes lucros às empresas dos amigos ou da família.

Aluno 10 – Devia haver fiscalização dessas coisas.

Prof. – Haver há, mas é mais dificíl provar a verdade do que encontrar uma agulha num palheiro.

 

Lição quinta

Aluno 11 – Senhor Professor, o que é que o aquecimento global tem a ver com a economia?

Prof. – Foi a economia que contribuiu fortemente para o aquecimento global e continuará a contribuir embora a um ritmo mais lento porque os acordos internacionais vão no sentido da redução de emissão de gases com efeito de estufa e lá virá o tempo em que terá de contribuir para o arrefecimento.

Aluno 12 – Como será isso possível?

Prof. – A ulilização excessiva de combustíveis fósseis, carvão e petróleo, ao longo do último século, provocou o efeito de estufa fazendo aumentar a temperatura da atmosfera e dos oceanos. Contudo, estamos no alvorecer da utilização de um novo sistema energético que promoverá o abandono do petróleo e por outro lado serão inventados sistemas de absorção rápida dos gases da atmosfera que provocam aquele efeito.

Aluno 13 – Quando acontecerá essa substituição de uma fonte energética por outra?

Prof. – É uma mudança paradigmática que acontecerá logo que as perspectivas de obtenção de lucro com as novas energias ultrapassem os lucros esperados com a exploração do petróleo. De facto não são os belos discursos de circunstância nos encontros internacionais que demovem os centros decisores da economia mundial a mudarem a fonte energética mas tão somente as perspectivas de lucro.

Aluno 14 – Pode exemplificar?

Prof. – Sim. A energia eólica já está a ser implementada em todo o mundo e servirá para abastecimento das populações. A energia obtida a partir do hidrogénio servirá para a indústria e para os meios de transporte pesados. Ambas são limpas e estarão a ser utilizadas em larga escala muito antes do petróleo se esgotar. O motor eléctrico substituirá o motor a explosão interna e toda a indústria se reconverterá pelo que o petróleo deixará de ser necessário.

Aluno 15 – Mas essa alteração paradigmática é contrária aos interesses das grandes empresas petrolíferas e aos países produtores de petróleo.

Prof. – É verdade, mas as pessoas e os países pobres são tratados como objectos descartáveis pelo grande capital internacional e basta que os grandes grupos económicos se apercebam que estão, ou podem vir a estar, a ser ultrapassadas por outras empresas emergentes para reconverterem os seus negócios e continuarem a ter o mesmo ou mais lucro do que aquele que obtêm com o petróleo. Nunca te esqueças de duas coisas: por um lado o Capital não se verga a quaisquer ideologias, cria-as e obriga os políticos a pô-las em prática e que, por outro lado, o motor da economia capitalista é o lucro.

 

Lição sexta

Aluno 16 – Professor, o que é uma revolução armada?

Prof. – Uma revolução armada é uma ‘bolha’ do mercado capitalista.

Aluno 17 – Mercado capitalista?

Prof. – Sim, encontram-se duas vontades, uma de comprar liberdade e outra de vender armas.

Aluno 18 – Na revolução do 25 de Abril não houve o negócio de armas.

Prof. – É verdade, mas se tivesse havido a economia e a política portuguesas não estariam como estão, pelas ruas da amargura.

Aluno 19 – Quem é o culpado desta situação?

Prof. – É o Povo porque vota em incompetentes, oportunistas e vigaristas.

 

Lição sétima

Prof. – Qual de vocês pode dar uma ideia simples do que é a integração económica entre países?

Aluno 20 – Bem, a integração económica é a aceitação de acordos interestaduais que promovem a interdependência económica entre esses países através de um mercado único e da livre circulação de pessoas, bens e capitais, embora não seja fácil nem rápido atingir esses objectivos e muitas vezes não o são.

Prof. – Sim, está correcto. Só falta acrescentar que a integração económica visa essencialmente a expansão do mercado e por consequência do próprio sistema capitalista, mas para que os Povos dos diferentes países aceitem a voracidade do capitalismo são-lhes dadas algumas migalhas para se calarem. Claro que os países sem capacidade económica de negociação nem grandes exércitos ou produção de armas têm que usar cintos muito largos apesar de não terem bocha.

Aluno 21 – Podemos então concluir que a integração económica é prejudicial aos Povos?

Prof. – Não! O que é prejudicial aos Povos é a sua exploração por capitalistas sanguessugas e governados por políticos corruptos, incompetentes, pretenciosos, mentirosos, arruaceiros, revanchistas, oportunistas, nulidades intelectuais e todo o seu séquito de bandidos menores que são como as ortigas, só de se lhe olhar dão comichão.

 

Lição oitava

Aluno 22 – Senhor professor, qual é a sua opinião sobre a globalização?

Prof. – Ainda bem que pode existir, mas infelizmente só tem servido, e continuará a servir, para alargar a arena de luta concorrencial entre os poderosos o que equivale a dizer que cada vez mais povos em lugares remotos, entram para as redes de ‘pesca’ do capital.

Aluno 23 – Mas sem a globalização esses povos não conheceriam o desenvolvimento.

Prof. – Chamas desenvolvimento à poluição da terra do mar e do ar? será desenvolvimento a eliminação de culturas ancestrais fundadas no respeito das pessoas e do meio fisico? será desenvolvimento atirar petroleiros carregados contra as rochas ou outros navios só para os armadores receberem o dinheiro dos seguros? será desenvolvimento uma pequena parte da população mundial gastar mais em perfumes do que aquilo que seria necessário para a maior parte da população mundial ter água potável para beber? será desenv… tocou para a saída da aula!

 

Lição nona

Aluno 24 – Professor, a ajuda ao terceiro mundo não tem servido para grande coisa!

Prof. – Estás enganado. A chamada ajuda ao terceiro mundo tem servido para manter os países pobres na ilusão de que são (des)ajudados, tem servido para garantir a compra de armas aos países ricos, tem servido para encher os bolsos de muitos governantes dos países pobres os quais vão aplicar esse dinheiro roubado ao Povo em investimentos especulativos nos países ricos, tem servido para manter as compras dos países pobres e dessa forma manter o crescimento económico dos ricos. Na prática, os países ricos ajudam as suas próprias empresas a aumentarem os lucros através das marionetas chamadas governantes do terceiro mundo.

Aluno 25 – Então essa ajuda não tem servido para nada ao Povo.

Prof. – Sim, tem servido para tomarem consciência da sua cada vez maior e desavergonhada exploração imposta do exterior.

 

Lição décima 

 Aluno 26 – Senhor professor, tenho ouvido notícias acerca das barcaças de imigrantes que atravessam o estreito de Gibraltar, afundam-se e morrem às dezenas.

Prof. – Esse é um problema que não diz respeito só a dois ou três países, mas a toda a comunidade mundial.

 Aluno 27 – Porquê?

Prof. – Os Povos do terceiro mundo são explorados directa e indirectamente pelos países desenvolvidos, através da submissão aos grandes interesses económicos, políticos e militares, pelo que não conseguem dar melhores condições de vida aos seus cidadãos. Nessa medida, fartos de fome, miséria e guerras , alguns deles tentam individualmente a sua sorte nos ‘países de sonho’, arriscando a própria vida, por considerarem que é melhor morrer do que viver na situação em que se encontram.

Aluno 28 – Mas os países ricos deviam ter a consciência da situação desses Povos.

Prof. – Sim. Consciência têm, só que não a usam no melhor sentido. Repara que os países assaltantes das riquezas naturais do terceiro mundo são aqueles que têm assento permanente no Conselho dito de Segurança da ONU e que decidem quais são as guerras justas e injustas, conforme se conseguem vender armas ou não.

Aluno 29 – Os cidadãos dos países ricos devem partilhar o que têm, por vezes em excesso, com os habitantes dos países pobres.

Prof. – De facto assim deveria ser, mas será que consegues, através de palavras, convencer os cidadãos dos países ricos a darem uma parte do que têm aos Povos pobres espoliados dos seus bens?

Aluno 30 – Mas porque é que chama cidadãos a uns e Povos a outros?

Prof. – Se pensares um bocadinho perceberás.

 

TURMA C

 

 

 

 

( os outros alunos da turma e das outras turmas também irão manifestar-se)

 

 

 

 

 

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